Céline Dion, de 56 anos de idade, se emocionou com o cover de My Heart Will Go On, música-tema de Titanic e um dos maiores hits da artista canadense, um dos 11 Oscars conquistados pelo blockbuster de James Cameron. A versão aconteceu na voz de Kelly Clarkson, de 42 anos, no Kellyoke, quadro do programa de TV The Kelly Clarkson Show.

O vídeo da reação foi divulgado em um post em conjunto das duas cantoras, nessa terça-feira (8). No registro, Céline se lembrou de ter visto a emoção de Clarkson, com sua performance nas Olimpíadas de Paris 2024, que marcou seu retorno à música após o diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida, e retribuiu o carinho.

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“Você estava chorando e, então, me fez começar a chorar. Que chororô todo é esse? Agora, acabo de ver você cantando My Heart Will Go On e estou chorando de novo”, disse Céline. “Você estava absolutamente incrível, fantástica. Eu amei muito. Espero que a gente possa se ver pessoalmente em breve, muito em breve, e espero que a gente não comece a chorar. Eu te amo muito. Obrigada”, completou.


Em julho, foi divulgado pelo site TMZ que Céline voltará a fazer sua turnê de residência em Las Vegas. Segundo fontes da publicação, a cantora estaria no estágio final das negociações para iniciar a maratona de shows, que devem começar no final deste ano ou começo de 2025.
As negociações para os shows do próximo ano já duram vários meses. "É basicamente um acordo fechado. Ela está fazendo isso", garantiu a fonte ao site.


A canadense já havia falado no documentário do Prime Video Eu sou: Céline Dion sobre o desejo de cantar diante das fortes sequelas que sua doença Síndrome da Pessoa Rígida lhe causa desde o seu diagnóstico, em 2022.


Em seu documentário, ela contou que, em 2023, chegou ao ponto de não poder mais andar. "Perdia o equilíbrio, tinha dificuldade para andar, sentia muita dor", disse ela, que também começou a sentir dificuldade para cantar.

Meu instrumento (a voz), não estava funcionando. Então começamos a elevar o medicamento. Quando tento respirar, meus pulmões ficam bem. É o que está na frente dos meus pulmões que fica tão rígido, por causa da síndrome", contou.

 

FONTE/CRÉDITOS: Por Van Carvalho