O Pelourinho voltou a pulsar com intensidade neste domingo, 21 de setembro de 2025, durante mais um ensaio do Olodum, que transformou as ladeiras históricas de Salvador em um grande palco a céu aberto. O grupo, reconhecido internacionalmente por sua batida marcante e pelo papel de resistência cultural, reuniu milhares de pessoas em um espetáculo que quebrou recordes de público e reafirmou a força da música baiana.

Recorde de público e energia contagiante

Desde as primeiras batidas, o público se deixou levar pelo ritmo envolvente dos tambores. O Olodum mostrou mais uma vez porque é considerado patrimônio cultural: com repertório renovado e clássicos atemporais, a banda manteve o público em êxtase do início ao fim. A cada canção, uma explosão de cores, dança e emoção tomou conta do cenário.

Leia Também:

Cobertura jornalística e participação especial

O evento ganhou ainda mais destaque com a presença da equipe do JBN Bahia e da Rádio Nova Onda Web Salvador, que acompanharam de perto cada detalhe. O repórter Jhonatan Bits percorreu as ruas do Pelourinho entrevistando turistas nacionais e internacionais, que compartilharam suas impressões sobre a experiência de viver de perto a cultura baiana Entre as falas mais recorrentes, a surpresa com a energia da cidade e a força simbólica d Olodum como embaixador da cultura afro-brasileira.

Mais do que música: resistência e identidade

O ensaio foi além do entretenimento. O Olodum reafirmou seu papel de voz ativa na valorização da ancestralidade africana. Suas letras, que retratam liberdade, luta e história, ressoaram como um manifesto vivo da resistência negra. Ao longo de mais de quatro décadas de trajetória, o grupo não apenas promoveu a música, mas consolidou-se como instrumento de educação, inclusão social e afirmação cultural.

Patrimônio cultural que ecoa pelo mundo

O impacto do Olodum não se restringe às ruas do Pelourinho. Sua música, que já percorreu palcos internacionais e conquistou admiradores em diversos países, reforça a identidade da Bahia no cenário global. A cada apresentação, o grupo transforma o centro histórico de Salvador em um ponto de encontro entre passado e presente, tradição e modernidade, local e universal.

Uma noite para a história

Ao encerrar o ensaio, ficou a sensação de que o Olodum não é apenas uma banda: é um movimento. Um movimento que pulsa nos tambores, nas vozes e nos passos de quem dança ao som da batida. Um movimento que reafirma Salvador como capital cultural do Brasil, onde cada rua, cada canto e cada batuque contam uma história de resistência, alegria e celebração da vida.

FONTE/CRÉDITOS: Por:Jhonatanbiths