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No lançamento do mais recente trabalho audiovisual da banda Filhos de Jorge, realizado no histórico Solar do Unhão, chamou atenção a intervenção da repórter Nice Pururuk (do JBN Bahia), que conduziu um quiz estilo “bate e volta” — com dinâmica ágil de perguntas e respostas — inserido durante o evento.
A reportagem denominada “PURURUK” — que parece brincar com o nome da repórter — funciona como elemento viral, misturando jornalismo cultural com entretenimento interativo.
O Solar do Unhão, com sua vista privilegiada sobre a Baía de Todos os Santos, já tem em si valor simbólico para manifestações culturais em Salvador. Essa ambientação empresta ao evento uma atmosfera de conexão entre passado e presente, tradição e experimentação audiovisual. A banda Filhos de Jorge, por sua vez, reúne elementos ligados à cultura afro-baiana, com diálogo entre ritmos, imagem e memória local.
Quando Nice Pururuk entra com seu quiz — durante intervalos ou momentos de transição no lançamento audiovisual — ela quebra o modelo tradicional de cobertura passiva, fazendo o público e os integrantes reagirem ao vivo. Essa “interatividade jornalística” tensiona os papéis entre repórter, plateia e banda.
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