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Salvador – BA | O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, se revoltou com a arbitragem após a derrota para o Athletico‑PR e soltou um duro desabafo nas redes sociais cobrando respeito ao clube. Em um pronunciamento direto, o mandatário rubro‑negro apontou o dedo para Rodrigo Cintra, coordenador geral da Comissão de Arbitragem da CBF, e qualificou de “absurdo” o tratamento dado ao Leão da Barra.
“Quero começar esse pronunciamento aqui: não é um recado, é uma indireta para Rodrigo Cintra, comissão da arbitragem: respeitem o Vitória. Respeitem o Vitória. Um absurdo o que a arbitragem tá fazendo com o Esporte Clube Vitória”, disparou.
Na fala, Fábio Mota relembrou o jogo contra o Flamengo, em que o Vitória já havia se sentido prejudicado por decisões questionáveis, e elevou o tom após a partida contra o Athletico‑PR. Ele destacou três lances capitais que, segundo ele, decidiram o resultado:
Um pênalti marcado a favor do Athletico que “o Brasil todo viu” que não teria sido falta.
Um chute em Zevico que, na visão do presidente, merecia expulsão imediata, e não apenas cartão amarelo.
Uma tesoura do zagueiro do Athletico em René, que derrubou o atacante e também não foi punida com vermelho.
“O Brasil viu contra o Flamengo o que é que deu. E agora novamente, meu irmão, se você parar pra analisar esses três lances capitais, o Vitória bem na partida, fazendo excelente jogo, com um pênalti inconsistente, um pênalti que todo o Brasil viu que não foi pênalti.
Depois você tem o chute no Zevico, que era pra expulsão direta, não era nem pra ter amarelo. E por último, o zagueiro do Atlético tira René de campo, dá uma tesoura, tira René do campo e não é expulso. É um absurdo”, afirmou.
“Sentimos impotência”, diz Fábio Mota
Em tom de desabafo, Fábio Mota reconheceu que o clube se sente impotente diante das decisões que vêm sendo tomadas em jogos recentes. Segundo ele, o Vitória vem se dedicando dentro de campo, com um time focado e empenhado, mas fica “submetido” a erros que parecem recorrentes.
“Os critérios que estão sendo utilizados para a escalação de arbitragem não são satisfeitos. O Vitória, mais uma vez, na sua impotência, a gente se sente impotente. Essa é a grande verdade: nós nos sentimos impotentes”, completou.
O presidente ainda lançou um desafio: que o trabalho da arbitragem nos jogos envolvendo o Vitória – citando partidas contra clubes como Remo, Chapecoense e Mirassol – seja compilado e analisado para que se veja, na visão dele, um padrão de decisões que prejudicam o clube. “Está na hora de reformar a comissão de arbitragem”, pediu.
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